Resenha: Amy & Roger’s Epic Detour – Morgan Matson

amyrogercover_hiresTítulo: Amy & Roger’s Epic Detour
Autor(a): Morgan Matson
Editora: Simon & Schuster Books for Young Readers
Páginas: 352

Sinopse: Amy Curry thinks her life sucks. Her mom decides to move from California to Connecticut to start anew—just in time for Amy’s senior year. Her dad recently died in a car accident. So Amy embarks on a road trip to escape from it all, driving cross-country from the home she’s always known toward her new life. Joining Amy on the road trip is Roger, the son of Amy’s mother’s old friend. Amy hasn’t seen him in years, and she is less than thrilled to be driving across the country with a guy she barely knows. So she’s surprised to find that she is developing a crush on him. At the same time, she’s coming to terms with her father’s death and how to put her own life back together after the accident. – via Skoob


Amy é a típica protagonista de livros YA, tinha família e amigos bacanas, uma vida divertida na California até que seu pai morre em um acidente de carro e sua vida começa a desmoronar ao redor dela. Amy vive com a sensação de culpa pelo acidente e se isola dos amigos, sua mãe decide se mudar para Connecticut para tentar seguir em frente.

Amy precisa levar o carro para Connecticut, mas ela não dirige desde o acidente e é aí que Roger entra na história. Roger é um garoto fofo filho de uma amiga da mãe de Amy e que precisa ir visitar o pai, então os dois se juntam para essa road trip planejada nos mínimos detalhes.

Aos poucos eles vão se conhecendo e se apaixonando um pelo outro, até que decidem fazer um pequeno desvio para tornar a viagem mais interessante, o desvio vai ficando cada vez maior e eles vão indo para lugares totalmente longe do planejado para reencontrar amigos e para Roger resolver alguns problemas.

Confesso que eu esperava mais desse livro, sei que livros YA são um pouco previsíveis e seguem o mesmo roteiro, no entanto, “Amy & Roger’s” é um clichê atrás do outro, dá para imaginar até o que os personagens vão falar dali algumas páginas. É tudo muito óbvio e os protagonistas não são tão interessante assim para deixar a história mais surpreendente.

Por falar em protagonistas, Amy me irritou em várias partes, eu entendo que o que ela está passando não deve ser fácil, mas não acho necessário ela repetir que não quer falar sobre o acidente e de como ela se sente culpada a cada duas páginas. Roger é mais legal, no entanto ele é o mozão aleatório: bonito, gentil, gosta de bandas indie, tenta resolver algum problema que ele não quer falar sobre e… é isso. Tem mais mil protagonistas iguais a eles, sinceramente só lembro o nome dos dois porque está no título do livro.

“Nossa, que chata só reclamou do livro” calma tem coisas boas também, tem ceninhas românticas fofas, cenários maravilhosos e aquela sensação de liberdade que os livros road trip tem que dá vontade de largar tudo, pegar o carro e ir conhecer o mundo. A edição também é super fofinha e vem com as playlists que eles vão ouvindo, as fotos dos lugares e as notinhas fiscais de restaurantes e hotéis.

O livro até vale a pena se você não estiver com a expectativa lá no alto, talvez eu tenha lido na hora errada e vocês gostem mais que eu. Vale a pena dar uma chance.

3.5/5

3/5

postporrrrr

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