Resenha: A Court Of Wings And Ruin – Sarah J. Maas

Título: A Court Of Wings And Ruin
Autor(a): Sarah J. Maas
Editora: Bloomsbury USA Childrens
Páginas: 705

Sinopse: Feyre has returned to the Spring Court, determined to gather information on Tamlin’s maneuverings and the invading king threatening to bring Prythian to its knees. But to do so she must play a deadly game of deceit-and one slip may spell doom not only for Feyre, but for her world as well. As war bears down upon them all, Feyre must decide who to trust amongst the dazzling and lethal High Lords-and hunt for allies in unexpected places. In this thrilling third book in the #1 New York Times and USA Today bestselling series from Sarah J. Maas, the earth will be painted red as mighty armies grapple for power over the one thing that could destroy them all. – via Skoob


ATENÇÃO: SPOILERS PARA OS LIVROS ANTERIORES

Feyre é obrigada a retornar para a Corte da Primavera e precisa fazer com que Tamlin acredite que Rhysand a maltratou durante os meses que ela passou na Corte Noturna. O plano de Feyre é reunir o máximo de informações sobre a muralha que divide o mundo imortal do mortal e sobre os exércitos do Rei de Hybern.

Enquanto isso Rhysand e sua corte começam os preparativos para guerra e precisam provar para os outros grão-feéricos que todas as informações negativas que eles possuem sobre a Corte Noturna são mentiras e que eles precisam se unir para lutar ou eles não terão a mínima chance de vencer a guerra.

Li os dois primeiros livros em português, mas a ansiedade era tanta que tive que ler essa conclusão da trilogia assim que foi lançada em inglês. E valeu a pena toda a expectativa porque esse livro é maravilhoso. Sem dúvida é o meu favorito dos três. O livro responde todas as perguntas deixadas pelo anterior, mas também abre outras questões e deixa as respostas para a imaginação do leitor.

Assim como nos outros livros da autora, as cenas de ação são muito bem escritas, dá quase para “ver” o que está acontecendo e assim fica impossível para de ler. O romance também é uma parte importantíssima dos livros e serve para diminuir a tensão e equilibrar o ritmo da trama, é claro que os shippers morrem a cada vez que tem uma cena mais quente.

No geral, a trilogia começou com um livro mediano e que dá uma certa vontade de desistir da leitura, mas ele acaba servindo como um prólogo (extremamente grande) para o resto da história. O segundo livro tem um ritmo lento, mas que flui bem, explica bastante da mitologia e do mundo feérico e apresenta personagens interessantes. O último livro mantém a enrolação no mínimo e entrega tudo que foi prometido dando desfechos para os protagonistas e para as tramas paralelas. Mesmo assim, o universo criado pela autora é muito rico e com certeza ainda vai ser explorado.

5/5

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Lidos e comprados de abril de 2017

Abril foi um mês com muitos feriados e feriado significa duas coisas: não para em casa ou ficar na cama sem se mexer vendo séries. Com tudo isso os livros ficam ignorados, mas mesmo assim consegui 6 leituras.

As leituras:

Comecei o mês com a fofura em forma de livro chamada “We Are Okay”, li sem saber muito sobre a história e amei a escrita da autora e a sensação de esperança que o livro deixa (p.s eu PRECISO desse hardcover). Finalmente entendi por onde começar a ler os livros de Star Wars e li “Um Novo Amanhecer”, o livro funciona como um prequel para a animação “Star Wars Rebels” e me surpreendeu bastante, os personagens são interessantes e a trama é digna dos filmes. Gostei tanto que já maratonei a animação.

Depois de ler Mistborn eu precisava desesperadamente da sequência e devorei o tijolão de 700 páginas chamado “O Poço da Ascenção” e que livro MARAVILHOSO!!! É tanto tapa na cara que o livro dá que eu não sei nem o que comentar, apenas leiam Mistborn.

Para evitar uma ressaca terminei o mês com 3 livros rápidos. “Matadouro 5” é um dos livros mais conhecidos de Kurt Vonnegut e esperava bem mais dele, gostei muito da escrita do autor, mas a trama não me prendeu. Belle’s Library é uma coleção de frases e pensamentos que a personagem Bela escreve em seu diário de leitura, é uma leitura simples, mas bem interessante e o livro é todo ilustrado. Puro amor ❤️. Por último, li o roteiro de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e foi muito divertido relembrar o filme e saber um pouco mais como os personagens estavam se sentindo em cada cena. Claro que não resisti e tive que rever o filme depois

As compras ficaram nesses 3 livros incríveis ❤

Espero que maio seja ainda melhor!!!

Resenha: Estrelas Perdidas – Claudia Gray

Títulos: Estrelas Perdidas
Autor(a): Claudia Gray
Editora: Seguinte
Páginas: 448

Sinopse: Ciena Ree e Thane Kyrell se conheceram na infância e cresceram com o mesmo sonho: pilotar as naves do Império. Durante a adolescência, sua amizade aos poucos se transforma em algo mais, porém diferenças políticas afastam seus caminhos: Thane se junta à Aliança Rebelde e Ciena permanece leal ao imperador. Agora em lados opostos da guerra, será que eles vão conseguir ficar juntos? – via Skoob


Ciena e Thane são duas crianças totalmente diferentes, enquanto Ciena tem uma família amorosa e pouco dinheiro, Thane vem de uma família com muita influencia em seu planeta, mas que o ignora. O que ambos tem em comum é a paixão por voar e logo quando se conhecem começam a treinar para entrar na Academia de Pilotos e pilotar as naves do Império.

Eles vão crescendo e os sonhos vão se realizando, mas os sentimentos que um tem pelo outro se tornam cada vez mais confusos. Além disso, os dois começam a ter opiniões diferentes sobre o Império. Ciena ainda acredita que o Império trabalha em prol da populaçao mesmo discordando de algumas ações, e Thane percebe que o Império não liga para ninguém além de si mesmo e assim decide de juntar a Aliança Rebelde.

Esse foi o primeiro livro de Star Wars que eu li que conta uma história com personagens diferentes dos filmes e apesar de estranhar um pouco no começo, eu gostei bastante. É interessante ver que existe mais planetas e diversos personagens que têm histórias tão interessante quanto dos personagens já conhecidos da saga.

Os protagonistas de “Estrelas Perdidas” são extremamente carismáticos e é impossível não torcer por eles. Por serem apresentados quando crianças, o livro faz o leitor acompanhar o crescimento deles e como a relação deles vai mudando com o tempo.

O destaque do livro vai para a forma como a autora mostra os dois lados da história com Ciena acreditando no Império e Thane condenando tudo que o Império faz. O livro mostra que a guerra não é dividida em bem e mal, existem pessoas boas e más dos dois lados e cada um precisa decidir o que quer e lutar por aquilo que acredita.

O livro é uma ótima dica para quem não sabe por onde começar a leitura das dezenas de livros de Star Wars. É uma historia fechadinha e conta com algumas participações especiais de personagens clássicos!!!

5/5

Resenha: We Are Okay – Nina LaCour

Título: We Are Okay
Autor(a): Nina LaCour
Editora: Dutton Books for Young Readers
Páginas: 256

Sinopse: Marin hasn’t spoken to anyone from her old life since that day four months ago–the day she left California with only her cell phone, wallet, and a plane reservation. No one knows the truth of those final weeks of summer, when everything changed. Not even her best friend Mabel, whom Marin has completely shut out. But even from thousands of miles away, at college in New York, Marin still feels the pull of the life and tragedy she’s tried to outrun. She can still hear the waves crashing on Ocean Beach and smell the sweetness of her grandfather’s cakes, which she’ll never taste again. Now that winter break is upon her, and the campus has emptied, Mabel is coming to visit, forcing Marin to face everything that’s been left unsaid for months and finally confront the loneliness that began so many years before with the loss of her mother. – via Skoob


Marin tinha uma vida tranquila na Califórnia, morando com seu avô desde que perdeu a mãe quando era criança. Mas tudo muda quando o avô de Marin morre e a garota deixa tudo para trás e vai estudar em Nova York para não ter que explicar para ninguém o que aconteceu nas semanas anteriores à tragédia. Além de mudança repentina, Marin ignora completamente as ligações e mensagens de sua melhor amiga Mabel.

Sem querer voltar para casa nas férias, Marin decide ficar sozinha no campus da universidade, mas Mabel avisa que vai visitá-la no fim de semana da véspera de natal e assim Marin é obrigada a reviver todos os acontecimentos que a fizeram abandonar sua antiga vida.

O livro se passa no decorrer dos três dias da visita de Mabel e tem flashbacks da vida das garotas na Califórnia. A autora tem uma escrita leve e que flui em um bom ritmo, mesmo se tratando de temas mais complexos, como luto, solidão e depressão.

A protagonista é escrita de uma forma bastante real, é uma garota que tem amigos, paixões e sonhos, mas que sempre teve que lidar com a perda e a solidão. Depois da morte do avô, ela se fecha e deixa de acreditar em tudo que era bom em sua vida e assim ela vai entrando cada vez em uma depressão. A melhor amiga Mabel é escrita de forma parecida, é possível ver a amizade delas é real e mesmo elas tendo vidas completamente diferentes uma traz o equilíbrio que a outra precisa.

Basicamente eu decidi que queria ler o livro pela capa (necessito da versão hardcover) e acabei me surpreendendo com uma história simples e personagens reais. Apesar de ter algumas reviravoltas, o livro segue aquele esquema de um personagem que precisa enfrentar seus medos para conseguir seguir em frente e Marin faz isso muito bem.

“We Are Okay” é um livro fofo e apesar de ter um clima meio bad, a sensação que eu fiquei ao terminar a leitura é que na verdade tudo vai ficar bem.

5/5

Resenha: Morte Súbita – J.K.Rowling

Título: Morte Súbita
Autor(a): J.K Rowling
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 501

Sinopse: Quando Barry FairBrother morre inesperadamente aos quarenta e poucos anos, a pequena cidade de Pagford fica em estado de choque. A aparência idílica do vilarejo, com uma praça de paralelepípedos e uma antiga abadia, esconde uma guerra. Ricos em guerra com os pobres, adolescentes em guerra com seus pais, esposas em guerra com os maridos, professores em guerra com os alunos. Pagford não é o que parece ser à primeira vista. A vaga deixada por Barry no conselho da paróquia logo se torna o catalisador para a maior guerra já vivida pelo vilarejo. Quem triunfará em uma eleição repleta de paixão, ambivalência e revelações inesperadas? Com muito humor negro, instigante e constantemente surpreendente, “The Casual Vacancy” é o primeiro livro para adultos de J.K. Rowling. – via Skoob


Barry Fairbrother, um importante membro do conselho da pequena cidade de Pagford e defensor dos pobres que vivem em um bairro vizinho, morre de repente aos quarenta e poucos anos. Sua morte é recebida com pesar por aqueles que Barry ajudava e com alívio e alegria pelos seus inimigos no conselho, principalmente Howard Mollison.

Logo que recebe a notícia, Howard já começa a preparar o filho para a campanha ao cargo vago de Barry, o que parecia ser uma vitória fácil se complica quando outros moradores da cidade decidem entram na briga pelo conselho e na tentativa de tirar um ao outro da jogada, vários segredos de Pagford são revelados.

Eu comprei esse livro logo que ele foi lançado em 2012 e tentei começar a ler por 5 vezes e em todas elas eu parava em algum lugar entre as primeiras 100 páginas. Então finalmente tomei vergonha na cara e me obriguei a passar dessas páginas, e grazadeus que eu fiz isso porque é um livro extremamente bem escrito e com personagens cativantes. Ao final da leitura eu já me sentia uma moradora de Pagford pronta para saber as mais absurdas fofocas da cidade.

Não é a primeira vez que falo isso aqui e vou repetir: o ponto forte dos livros da J.K Rowling são os personagens e não a trama. A trama que prende o leitor é uma consequência de personagens super bem desenvolvidos, eu leio os livros dela não apenas pela história que ela está contando e sim porque eu PRECISO saber o que vai acontecer com aquelas pessoas.

Em “Morte Súbita”, a autora conseguiu transformar a cidade em protagonista, contando a história através de vários pontos de vista, ela cria um panorama sócio econômico de Pagford e faz o leitor entender os problemas que aquela cidadezinha tem e assim tomar partido junto com os vários moradores.

A grande sacada do livro é mostrar que nem tudo é o que parecer ser, casais que parecem perfeitos quando estão em público nem se falam em casa, agressores em casa são quietos quando estão no trabalho e assim os segredos e mentiras vão se acumulando. A morte de Barry cria uma bola de neve que vai crescendo com os segredos de Pagford até que isso tudo se torna grande demais e é impossível evitar uma tragédia.

Me arrependo de não ter lido antes esse livro, mas antes tarde do que nunca, né? E fica a dica de mais um livro da rainha J.K Rowling para vocês

4/5

Lidos e Comprados de Março

Em geral março foi um bom mês com um total de 6 leituras: 5 livros e uma HQ. Tinha expectativas altas para alguns livros e por isso acabei me decepcionando com eles, mas me surpreendi com livros que nem esperava ler.

As leituras:

“Confissões do Crematório” é da Darkside então fui com a expectativa lá no alto e apesar de ser um livro bem fora do comum e interessante, fiquei com aquela sensação de que podia ser melhor. Depois de meses sem ler quadrinhos, peguei a maravilhosa “Love Is Love”, uma coletânea de quadrinhos feitos por roteiristas e ilustradores em homenagem às vítimas da boate Pulse, nem precisa dizer que é uma HQ emocionante e que me fez chorar em todas as páginas.

Comecei mais uma série e a escolhida da vez foi Mistborn, li o primeiro livro chamado “O Império Final” e me apaixonei pela construção do mundo e pelos personagens, é um livro gigante, mas que dá para ler rápido porque é impossível parar para fazer qualquer outra coisa. Quando um dos seus escritores favoritos lança livro novo a leitura tem que ser imediata, então corri para ler “Mitologia Nórdica” e amei o jeito que Gaiman conta os mais diversos mitos dos deuses nórdicos e faz o leitor se apegar aos personagens.

“Suicidas” é o primeiro livro do brasileiro Raphael Montes e esperava gostar bem mais do que gostei, a ideia do livro é muito boa e o autor tem uma escrita que te prende até o fim, mas na metade do livro eu já tinha sacado o que ia acontecer. Na quinta tentativa de leitura eu finalmente consegui terminar “Morte Súbita” da rainha J.K Rowling, devido a quantidade de personagens, é bem difícil entrar na história, mas depois de alguns capítulos eu já me sentia uma velha fofoqueira querendo saber tudo o que acontecia com todo mundo naquela cidadezinha.

As compras:

Está cada vez mais difícil achar espaço para guardar os livrineos, então só compro quando não dá para perder uma promoção kkkk.

Beijos e boas leituras!

Lista – Filmes musicais favoritos

Faz tempo que não post sobre filmes aqui no blog e estava com saudades do assunto, então decidi fazer uma lista com meus filmes musicais favoritos. Para não ficar uma lista muito longa escolhi só cinco (foi quase impossível) espero que vocês gostem e saiam cantando por aí. Lembrando que a lista está em ordem aleatória e não de preferência.


Rent (Dir. Chris Columbus, 2006)

Baseado no musical da Broadway, Rent conta a história de um grupo de amigos que vive em NY nos anos 90 e precisam lidar com a falta de grana e com o medo constante da AIDS que ainda não tinha tratamento na época. Mesmo tratando de temas pesados e mais sérios, Rent tem músicas animadas e personagens inesquecíveis. O filme é muito bem adaptado e o diretor conseguiu agradar aos fãs do musical mesmo deixando algumas músicas de lado. A gravação da última apresentação na Broadway foi lançada nos cinemas e em DVD, e vale muita a pena assistir também.

Moulin Rouge (Dir. Baz Luhrmann, 2001)

Christian é um jovem poeta que se muda para Paris no ano 1899, lá ele se envolve em uma confusão e acaba parando no famoso Moulin Rouge e acaba conhecendo e se apaixonando pela cortesã, Satine. “Moulin Rouge” chama a atenção lodo de cara pela fotografia maravilhosa e pelas músicas conhecidas. Ao contrário dos outros filmes dessa lista, “Moulin Rouge” não tem músicas originais, o diretor usou versões de hits de vários artistas como Madonna, Queen e Elton John.

Cantando na Chuva (Dir. Stanley Donen e Gene Kelly, 1952)

“Cantando na Chuva” conta a história de dois astros do cinema mudo, Don e Lina, que precisam se ajustar ao cinema falado. Tirando os filmes da Disney, esse foi o primeiro musical que eu assisti na vida e foi esse filme que me fez ficar viciada em musicais, é um filme com uma história simples, mas os números musicais transformam ele em uma super produção. Até hoje é o meu filme favorito para assistir nos dias em que a vida não parece boa.

Os Miseráveis (Dir. Tom Hooper, 2013)

Baseado no famoso musical da Broadway (e no livro de Victor Hugo), “Os Miseráveis” conta a vida de Jean Valjean, um homem condenado a prisão por rouba um pedaço de pão e que depois de ser solto tenta mudar de vida, mas se vê no meio da Revolução Francesa. O grande destaque desse musical é que ele não possui uma única linha falada, e inteiramente cantado e mesmo assim não fica cansativo porque as músicas são tão geniais que dá vontade de ouvir mais e mais. Além do filme, existem diversas versões gravadas ao redor do mundo que também valem muito a pena conferir.

A Noviça Rebelde (Dir. Robert Wise, 1965)

Um clássico do cinema, “A Noviça Rebelde” conta a história de uma jovem que prestes a se tornar freira larga tudo e vai trabalhar como governanta em uma mansão, lá ela acaba se apaixonado pelo capitão Von Trapp e faz de tudo para cuidar de seus sete filhos. É impossível não gostar de um filme que tem a diva Julie Andrews cantando, então me apaixonei logo de cara quando assisti esse filme pela primeira vez e já perdi as contas de quantas vezes vi até hoje. É um clássico que vale a pena ser visto e revisto.