Resenha: Dez Mil Céus Sobre Você – Claudia Gray

Dez-mil-ceus-sobre-voceTítulo: Dez Mil Céus Sobre Você
Autor(a): Claudia Gray
Editora: Agir Now
Páginas: 336

Sinopse: MARGUERITE CAINE fez o impossível, viajando por dimensões alternativas com o Firebird — uma invenção brilhante criada por seus pais, seu namorado, Paul, e o amigo da família, Theo. Mas ela também chamou a atenção de inimigos poderosos, dispostos a seqüestrar, chantagear e até matar para usar os poderes do Firebird para propósitos escusos. Quando a alma de Paul é dividida em quatro fragmentos — que se encontram presos dentro de Pauls em outras dimensões —, Marguerite fará qualquer coisa e irá a qualquer lugar para salvá-lo. Mas o preço de seu retorno em segurança é alto. Se ela não sabotar os próprios pais em múltiplos universos, Paul vai continuar perdido para sempre. Mas Marguerite acredita que é possível salvar seu amor sem sacrificar a família, e para isso pede a ajuda do brilhante Theo. Os dois criam um plano para recuperar Paul e o Firebird, mas para que ele dê certo eles precisarão superar um concorrente genial e vão colocar em risco não só sua vida mas também a de todas as versões de si mesmos em várias dimensões. – via Skoob


ATENÇÃO: SPOILERS PARA O LIVRO ANTERIOR

O livro começa um pouco depois de onde o anterior terminou, Marguerite e sua família precisam lidar com as consequências causadas pelas viagens entre as dimensões e provar que o brilhante empresário Conley quer roubar o projeto Firebird. Mas antes que eles possam bolar um plano, Theo começa a passar mal e a cura para a sua doença está em outro universo. Paul sai em busca da cura, mas é pego por Conley que divide a alma dele em quatro fragmentos espalhados por quatro universos diferentes. Ufa! Quanto problema.

Marguerite encontra Conley e descobre que ela terá que destruir o trabalho de seus pais em todos os universos em que for resgatar um fragmento da alma de Paul, mas ela quer achar um jeito de salvar tanto as pesquisas quanto Paul e para isso ela vai precisar de alguém que consiga enganar Conley e Theo mesmo doente vai ajudá-la.

“Dez mil céus sobre você” sofre do mesmo problema do livro anterior. Tem momentos de muita ação em que não conseguia parar de ler e momentos (enormes) em que a história é completamente arrastada e me dava vontade de abandonar o livro, mesmo assim é um livro muito bom. A autora não perde tempo para explicar de novo como o Firebird funciona e por isso a trama parece que flui melhor e se torna mais inteligente e desenvolvida.

Theo e Paul ganham mais espaço e deixam de ser apenas coadjuvantes no triangulo amoroso de Marguerite, que finalmente decide acabar com a palhaçada e escolher Paul. Marguerite tinha tudo para ser uma boa protagonista e em alguns momentos tive esperança de realmente gostar dela, mas ela começou a sofrer daquele problema de achar que só ela pode salvar todo mundo e na verdade ela só complica as coisas ainda mais.

No geral é uma boa continuação e apesar de resolver alguns problemas que o livro anterior deixou, ainda existem muitas questões para serem respondidas no próximo livro.

4/5

4/5

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Resenha: Os Bons segredos – Sarah Dessen

os-bons-segredos_frenteTítulo: Os Bons Segredos
Autor(a): Sarah Dessen
Editora: Seguinte
Páginas: 408

Sinopse: Há segredos muito bons para serem guardados — e livros muito bons para serem esquecidos. Sydney sempre viveu à sombra do irmão mais velho, o queridinho da família. Até que ele causa um acidente por dirigir bêbado, deixando um garoto paraplégico, e vai parar na prisão. Sem a referência do irmão, a garota muda de escola e passa a questionar seu papel dentro da família e no mundo. Então ela conhece os Chatham. Inserida no círculo caótico e acolhedor dessa família, Sydney pela primeira vez encontra pessoas que finalmente parecem enxergá-la de verdade. Com uma série de personagens inesquecíveis e descrições gastronômicas de dar água na boca, Os bons segredos conta a história de uma garota que tenta encontrar seu lugar no mundo e acaba descobrindo a amizade, o amor e uma nova família no caminho. – via Skoob


Sydney e Peyton são irmãos e sempre se deram muito bem até que Peyton começa se meter em encrencas e vai se afastando cada vez mais e acaba na prisão por deixar um garoto paraplégico ao causar um acidente dirigindo bêbado. Sydney fica perdida sem irmão e com medo do que vão pensar ela sai de sua escola particular e vai estudar em uma escola pública pela primeira vez na vida.

Na escola ela fica amiga dos irmãos Mac e Layla e logo ela começa a passar seu tempo livre na pizzaria da família deles. A família Chatham é totalmente diferente da família de Peyton, os Chatham são mais unidos e mesmo tendo problemas difíceis de lidar eles acolhem Peyton e a fazem se sentir em casa. Peyton começa a trabalhar na pizzaria e vai se aproximando de Mac cada vez mais e um romance surge entre os dois.

O livro é muito bem escrito, a autora consegue prender o leitor desde o primeiro capitulo, os personagens são reais e é possível creditar que em algum lugar do mundo essas pessoas realmente existem, mas os elogios param por aí. O livro promete muita coisa e não cumpre, a autora tenta criar um mistério colocando vários elementos que parecem que vão ter alguma importância, mas no final não servem para nada. Tudo é resolvido muito facilmente com um previsibilidade que me fez terminar a leitura com aquela sensação de “Sério que li 400 páginas para isso?”

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Apesar de ser bem desenvolvida, a protagonista não parece uma protagonista. Não me conectei com Peyton em nenhum momento, ela podia ser facilmente uma coadjuvante e não ia fazer diferença. A única coisa que me fez ler até o final foram os Chatham, eles parecem mais protagonista que a própria Peyton e me identifiquei com várias características da família.

Talvez esse seja um daqueles livros que li no momento errado da vida e fiquei um pouco decepcionada com ele, mas o livro tem suas qualidades e pode agradar muita gente.

3/5

3/5

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Adaptações Prediletas

Para nós, leitores assíduos é complicado quando um livro é adaptado para o cinema, porque isso quer dizer que em algum momento nós vamos nos decepcionar, nem que seja com a cor da roupa do personagem que está diferente, mas também tem aquelas adaptações tão maravilhosas e fieis que deixa a gente de boca aberta né?

Pois bem, fiz uma lista das minhas adaptações prediletas e posso dizer que algumas eu gosto mais do filme do que do próprio livro


CLUBE DA LUTA.
Sim, esse é um caso em que eu gosto muito mais do filme, ele trabalha meticulosamente com detalhes e as atuações são incríveis, eu lembro que quando li o livro fiquei meio decepcionada porque esperava muito mais, mas o filme minha gente… nota mil.


JANE EYRE
E livro possui diversas adaptações mas a de 2011 ganhou meu coração (primeiro porque tem Fassbender né quiridos) mas sério, é muito fiel e a fotografia é maravilhosa, gosto muito.


PSICOSE
Esse post não seria meu se não tivesse Psicose, um dos meus filmes favoritos da vida foi muito bem adaptado do livro de Robert Bloch, mas confesso que Hitchcock foi tão gênio que deixou o livro no chinelo com esse filme incrível, Norman Bates do filme >>>> Norman Bates do livro.


ORGULHO E PRECONCEITO
Não sei nem como dizer que a adaptação do Joe Wright (2005) se tornou um dos meus filmes preferidos da vida! possui inúmeras adaptações mas sem dúvidas essa é a minha preferida, fotografia linda, Keira Knightley é a Lizzie perfeita.


E vocês, possuem alguma adaptação favorita?
Beijos,
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Resenha: Alucinadamente Feliz – Jenny Lawson

alucinantemente felizTítulo: Alucinadamente Feliz
Autor(a): Jenny Lawson
Editora: Intrínseca
Páginas: 352

Sinopse: Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é. Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade. – via Skoob


“Alucinadamente Feliz” traz vários textos de Jenny Lawson em que ela conta como é viver com depressão, ansiedade e uma série de transtornos mentais. O livro começa quando Jenny recebe a notícia que um amigo morreu e isso faz com que ela queira viver intensamente sem se importar com o que as outras pessoas vão pensar e assim ela vai tentando aceitar e superar seus problemas.

Apesar de tratar de temas tão pesados e ignorados pela maioria das pessoas, o livro é extremamente engraçado. Jenny narra suas aventuras depois de decidir viver alucinadamente feliz mesmo sabendo que em algum momento ela vai ficar triste de novo. Cada capitulo é uma confusão diferente que Jenny se mete ao tentar fazer coisas que a deixam feliz e quase todas as situações são improváveis e fazem o leitor chorar de tanto rir.

O que dizer de um livro que na capa tem um guaxinim feliz empalhado? Só dá para dizer que é um dos livros que mais me fizeram rir na vida. Amei a escrita da autora, parecia que ela estava conversando comigo como se fossemos amigas, ela vai contando as situações e dá vontade de ligar para ela e perguntar como aquilo foi acontecer.

O livro não é ótimo só por ser engraçado, ele também traz uma outra visão sobre depressão e outros transtornos mentais. A autora mostra que tudo que ela quer é que as pessoas a aceitem como ela é e que entendam que não tem como ela melhorar de uma hora para outra.  A principal mensagem é que existem transtornos mentais que não podem ser curados, mas que é possível conviver com eles, mesmo que falte um longo caminho para que a sociedade aceite e entenda as pessoas que lidam com isso todos os dias.

4/5

4/5

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Filme: Esquadrão Suicida

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O governo americano acredita que o país não está mais seguro depois que os heróis entraram em cena, para resolver esse problema Amanda Waller cria a Força Tarefa X. Essa equipe também chamada de Esquadrão Suicida é formada por internos com habilidades especiais da prisão de segurança máxima Belle Reve e basicamente eles são enviados para missões secretas que se derem errado e eles acabarem mortos, ninguém é culpado, afinal eles são dispensáveis. Para manter todos sob controle, Waller coloca um dispositivo no pescoço deles que explode a cabeça caso eles fujam.

Em sua primeira missão eles enfrentam a Magia, uma bruxa milenar poderosa que possuiu a arqueóloga June Moone. E no meio de tudo isso, o Coringa tenta resgatar a Arlequina e impedir que ela volte para a prisão.

Antes de assistir, li todas as críticas negativas que o filme recebeu e fui para o cinema com o coração na mão, cheguei a conclusão que não vi o mesmo filme que a galera que não gostou assistiu. O filme é bom, obvio que tem problemas, mas serve a ser proposito: entreter e apresentar esses personagens para futuros filmes.

Os atores estão incríveis nos personagens (Viola Davis é deus na terra e todos devemos nos curvar diante dela), a trama não é nada genial, assim como qualquer filme de heróis e se resolve rapidamente com uma boa dose de pancadaria, as piadas funcionam muito bem e aproximam os personagens do público, tem muitas referências as HQs que acabaram me agradando bastante.

“They became the King and Queen of Gotham City and God help anyone who disrespected the Queen.”

Quem rouba a cena é Arlequina com sua loucura e fofura, o filme traz sua história de origem contada rapidamente através de flashbacks e dá para ver claramente a diferença entre a psicóloga Harleen e a psicopata Arlequina, mas mesmo assim existe uma certa semelhança entre as duas personalidades. Margot Robbie entendeu a personagem e consegue fazer o público amar ela. O filme explora a relação entre Arlequina e Coringa e não chega a mostrar como essa relação é confusa e abusiva, na verdade, eles mostram um Coringa “apaixonado” e disposto a tudo para salvar sua garota.

Não é novidade que o Coringa é meu personagem favorito e eu esperava esse filme loucamente apesar de saber nas HQs do Esquadrão ele só aparece só quando precisa da Arlequina, ou seja, sabia que ele apareceria pouco e não me decepcionei com as cenas dele no filme e até gostei bastante da atuação do Jared Leto, mas é difícil julgar um personagem tão complexo com apenas alguns minutos. Apesar disso, é um desperdício deixar um personagem desse calibre apenas como interesse romântico de uma das protagonistas. Teremos que esperar mais um pouco para entender o Coringa do Leto.

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A trilha sonora merece um parágrafo só para ela, os trailers já seguiam o ritmo das músicas e o filme faz a mesma coisa. As canções casam inteiramente com as cenas e com as apresentações dos membros do Esquadrão. Na sessão que eu estava todo mundo cantou “Heathens” durante os créditos. Muito amor e vale a pena conferir os ótimos clipes já lançados.

Claro que o filme tem defeitos e não são poucos, muitas cenas parecem cortadas e perdem um pouco de sentido, é visível que algumas foram gravadas depois e inseridas sem preocupação com continuidade. O ritmo do filme também é incerto, no começo é tudo muito rápido e talvez as pessoas que não conhecem os personagens fiquem confusas com a apresentação deles, depois da metade a edição parece um pouco arrastada. Mesmo assim é um filme divertido e que vale a pena ser visto no cinema.

P.S: a cena em homenagem ao Coringa de Alex Ross ganhou meu coração e quase dei um berro no cinema.

4/5

4/5

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SOBRE METAS E QUANTIDADE

No ano de 2015 eu li 73 livros, até eu mesma fiquei impressionada com esse número porque nem uma meta eu tinha, fui lendo e me deixei levar e quando acabou o ano estava lá uma lista gigantesca de lidos.
Quando chegou 2016, fiz aquele lance de metas e estipulei 60 livros mas as coisas não estão seguindo rumo aos 60, na verdade nem sei se chegarei aos 50 e eu não estou nem um pouco frustrada com isso porque eu percebi que quantidade não é qualidade né migos.


Ano passado eu li muitos livros, muitos! mas eu posso dizer aqui que dentro desse número enorme existe muito livro merda que eu li, livros que eu não gostei e que eu sei que lia porque sabia que era uma leitura “fácil” para cobrir o mês e ler bastante, eu tinha uma média de 12 livros lidos por mês.

Mas é aquele ditado: quantidade não é qualidade.
Nesse ano eu venho lendo com uma frequência bem menor mas quando vou ver a minha lista de lidos até agora percebo que tem MUITO livro bom, leituras profundas que me acrescentaram muito, é claro que também tem os livros aleatórios da vida que a gente lê por diversão.


É difícil para uma pessoa que lia muito  ver que a quantidade está abaixando, é meio estranho e tem aquela coisa “eu só li isso?” mas não posso e não vou comparar a qualidade com o ano passado, em alguns momentos eu cheguei a demorar 1 mês inteiro para ler UM único livro, mas aí quando eu fecho e penso “uau” tudo muda.

Não se cobrem para obter uma quantidade maior de leitura do que qualidade, não leiam algo que talvez você nem goste tanto só porque vai ser rápido de ler, não leiam desesperadamente só para colocar livros no bookhaul.

Tem livros que li ano passado que eu sequer me lembro do nome dos personagens, já agora, posso dizer que tem um montão de títulos que entraram pro meu coração, que me envolvi demais, talvez a ressaca literária tenha surgido na minha vida com esse intuito, ler menos e melhor!

Beijos,
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Resenha: Harry Potter And The Cursed Child – JK Rowling, Jack Thorne e John Tiffany

Harry_Potter_and_the_Cursed_Child_Special_Rehearsal_Edition_Book_CoverTítulo: Harry Potter And The Cursed Child
Autores: JK Rowling, Jack Thorne e John Tiffany
Editora: Scholastic Inc.
Páginas: 320

Sinopse: Sempre foi difícil ser Harry Potter e não é muito fácil agora, já que ele é um funcionário cheio de trabalho no Ministério da Magia, um marido e pai de três crianças na idade escolar. Enquanto Harry luta com um passado que se recusa a ficar onde pertence, seu filho mais novo, Alvo, precisa lidar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. Enquanto passado e presente começam uma sinistra fusão, pai e filho aprendem uma verdade desconfortável, pois a escuridão vem de lugares inesperados – via skoob


“Harry Potter and The Cursed Child” não é bem o oitavo livro da saga, é apenas o roteiro da peça que está em cartaz em Londres. Apesar da história ser da Jk Rowling, o roteiro foi escrito por Jack Thorne e John Tiffany.

A trama começa no mesmo momento do epilogo de “Relíquias da Morte”, Harry e Ginny estão na plataforma 9 3/4 para embarcar os filhos no expresso de Hogwarts. Albus conta seu medo de ir pra sonserina e Harry acalma o garoto, que mesmo assim vai para a sonserina e se torna amigo de Scorpius Malfoy.

Os anos passam rapidamente e vemos que Albus sofre por sempre viver à sombra do pai e Scorpius não consegue se livrar de um rumor que diz que ele é filho de Voldemort e assim os dois garotos vão se tornando cada vez mais unidos e se distanciando dos pais.

Álbuns escuta o pai de Cedrico pedindo a Harry que volte no tempo e salve seu filho, Harry diz não. Porém Albus e Scorpius querem mostrar que tambem sabem ser herois e roubam um vira tempo para voltar no Torneio Tribruxo e salvar a vida de Cedrico. É claro que não dá certo e eles tem que voltar de novo para resolver todos os problemas que causaram, mas a cada viagem ao passado mais coisas mudam e os garotos acabam com um problema gigantesco nas mãos.

Não dá para julgar “The Cursed Child” como um livro, afinal ele só tem diálogos e algumas descrições rápidas de cena. Imagino que assistir à peça deva ser maravilhoso, já a leitura pode ser um pouco confusa. A história parecia saída de uma fanfic e por incrível que pareça até que eu gostei. A trama flui bem e tem muitos easter eggs, a cada página tem alguma coisinha ou aparece algum personagem que faz bater aquela saudade de ler a saga pela primeira vez.

Albus é um péssimo protagonista, ele reclama de tudo e qualquer coisa que ele faz errado ele coloca a culpa no Harry. Não estava nem na metade do livro e já queria matar ele. Mas qualquer chatice dele é compensada por Scorpius, quem diria que o filho do Draco seria tão fofo? Dá vontade de abraçar ele em todas as cenas.

No geral é uma história boa, acredito que depois que tanto tempo de espera era possível desenvolver algo melhor, que não parecesse tão confuso e que agradasse todos os fãs. Mesmo assim é um livro rápido de ler e que rende algumas horinhas de diversão.

4/5

4/5

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